Reunião de Psicopatas

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Fala-se de Deus como autoridades da inquisição. Numa reunião em que Deus e Armas são sinônimos. Na verdade mesmo trata-se de um encontro de psicopatas. Diante da ignorância e da pandemia, só Jesus e na fita.

O Brasil chega nesse momento perto do abismo do epicentro da pandemia.  É o segundo em infecção por Coronavírus no mundo. Perde para os EUA, nação que proferiu recentemente a consideração de não receber ou não permitir a entrada “desse povo” infectado, palavras do Presidente Donald Trump, amigo da famiglia Bolsonaro.

Do começo ao fim da famigerada reunião não se houve de nenhum dos presentes, leia-se também Sergio Moro, considerado X9 pelo serviço de desinteligência, clandestino, dos Bolsonaros, uma palavra de solidariedade à família dos mortos pelo Covid-19. É a demonstração abjeta da psicopatia, o desprezo à vida.

A exibição do vídeo da preleção de vestiário de várzea, ocorrido dia 22 de abril no Palácio do Planalto foi autorizado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, o decano Celso de Mello.

O que se vê e se houve na reunião são sucessíveis demonstrações de teorias conspiratórias. Paranoias chanceladas no fio do bigode de milicos de quatro estrelas, e que sustentam os crimes cometidos pelo Senhor Presidente Jair Bolsonaro.

A viagem na maionese, muitas vezes ininteligíveis acompanhadas por palavrões do Presidente revelam a qualidade e o nível diretivo da gestão presidencial. Para corroborar com a qualidade dessa gestão basta observar as falas de três ministros alinhadíssimos com o Bolsonaro.

Damares Alves, “tem de prender prefeitos e governadores”. Ricardo Salles” …tem que aproveitar e passar a boiada de desregulamentações” e Abraham Weintraub, esse ultimo um tipo William Wallace do Brasil “…tem que prender esses FDP do STF”. Pois é.

Um show dos absurdos encenados por uma caterva (Villa) e sob o silêncio condescendentes de generais na reunião. E pior, sob a observância litúrgica do Congresso Nacional e de parte da imprensa, ambos esperando para onde vai o coco na marolinha.

A pergunta que fica diante desse cenário caótico é: Qual o saldo da reunião para a população brasileira, imersa numa pandemia sem perspectivas num curto e no médio prazo?

Só Jesus na fita como se professa na periferia. Será!

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